O Grupo Telefônica realizou pela primeira vez, no início
de 2008, um inventário global de gases de efeito estufa baseado em
padrões reconhecidos como GHG Protocol, IPCC e Norma ISO
14064-1.
O Plano Estratégico contempla desde ações internas centradas em
eficiência energética até a potencialização do uso dos serviços da
companhia como parte da solução para a mudança climática. O projeto
envolve as áreas de gestão da operação, marketing, comercial,
compras e auditoria de todos os países e compreende as seguintes
ações:
- Medir
Desenvolver uma sistemática de controle de indicadores energéticos
e de emissões de GEE que permita realizar o acompanhamento dos
mesmos e propor objetivos quantificáveis a médio e longo
prazos.
Para isso, foi elaborado em 2007 um procedimento de trabalho
interno que tem por objetivo estabelecer a metodologia para
quantificar as emissões de GEE. Isso possibilitou a realização,
pela primeira vez, de um inventário completo conforme padrões
internacionais.
Em 2007, o Grupo Telefônica no mundo emitiu 1,7 milhão de toneladas
de CO2, o equivalente a 7 quilos de CO2 por acesso de cliente. A
Telefônica registrou a emissão de 58,946 mil toneladas, o
equivalente a 3,8 quilos por acesso de cliente (por acesso, são
considerados linhas fixas em serviço, banda larga, acessos de dados
e internet e TV paga).
| Emissões de CO2 (em
toneladas) |
| Diretas |
5189*
|
| Indiretas |
53.757
|
| Total |
58.946
|
*Não inclui emissões de gases fluorados.
Em levantamento interno realizado pela Diretoria Corporativa de
Meio Ambiente, a Telefônica foi considerada um destaque –
juntamente com a Telefônica O2 Alemanha – entre as empresas do
Grupo Telefônica em iniciativas para reduzir as emissões de
GEE.
Entre as razões que colocaram a Telefônica em posição diferenciada
no Grupo estão o uso de fontes de energia renováveis (pequenas
centrais hidrelétricas e biomassa), as ações de eficiência
energética e também o uso de etanol na frota de veículos.
- Reduzir as emissões internas
Em 2007, o Grupo Telefônica implementou diversas medidas de
economia de energia tanto nas operações quanto nos edifícios
administrativos. Essas medidas devem ser reforçadas em 2008, quando
deve ser lançado um plano global com objetivos concretos.